segunda-feira, 26 de agosto de 2013
segunda-feira, 15 de julho de 2013
As coisas que você não vai gostar de saber...
Nos últimos tempos perdi a fé nos relacionamentos amorosos, mas ainda acreditava muito na amizade, no amor de amigos, e sempre fiz o possível pra ser sincera e me colocar no lugar do outro antes de fazer algo que pudesse afetar diretamente alguém. Acreditava especialmente em algumas amizades, e imaginava que seria pra vida toda. Que veríamos a evolução uns dos outros, seria madrinha de casamento ou de algum dos seus filhos. Que na velhice olharíamos pra trás e teríamos muita história pra contar. Que eu continuaria levando lembrancinhas de cada viagem que fizesse, e principalmente, que continuaria tendo alguém que entenderia e respeitaria meus silêncios. Mas, infelizmente, não sou tão desprendida e boa pra continuar relacionamentos que me magoam. Odeio toda a minha incapacidade de esquecer certas coisas e minha necessidade de isolamento em algumas fases da vida.. Odeio mais ainda a minha intolerância com os comportamentos alheios, ou melhor, com a mudança bruscas deles... Tenho uma grande dificuldade de aceitar que as pessoas mudem muito, mesmo quando sei que é uma necessidade delas. Infelizmente também é uma necessidade minha passar um tempo longe pra tentar lidar com isso. Quem sabe um dia, quando eu for uma pessoa melhor e me importe menos, as coisas voltem a funcionar.
terça-feira, 9 de julho de 2013
As coisas que você nunca saberá...
Vi alguns lápis de cor e uma caderneta, seria exatamente o que eu compraria para te dar... Também vi inúmeras imagens que com certeza te inspirariam a desenhar, esculpir e escrever... Cada obra de arte me lembrou seu talento e imaginei o quanto você teria aproveitado tudo isso. Andei sozinha por ruas lindas, que se tornaram meio tristes, por não ter alguém tão especial quanto você para compartilhar. Vi cartões postais em cada lugar que visitei, e imaginei o que escreveria neles para te enviar. E o tempo que demoraria para chegar. Procurei por peças de teatro que estivessem em cartaz e tentei imaginar quais você iria querer assistir. Que comidas experimentaria... As bebidas que negaria... E cada carinho alheio que vi me recordou você... Conheci músicas que adoraria te indicar, e lembrei de você cantando, sempre muito bem, andando por aí...
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Coisas abandonadas nas gavetas!
Comprei um cartão em uma viagem, um desses cartõezinhos com foto e frase bonita sobre amizade, pensei em entregar pra uma amiga com quem não tenho estado bem nos últimos tempos. Tive no mínimo 3 oportunidades para entregar. Queria escrever alguma coisa no verso, pra mostrar pra ela que adoraria que as coisas melhorassem, a inspiração sumiu, só consegui escrever "não estou feliz com a situação.". E comecei a pensar que gostaria muito que voltássemos a ser como antes, mas isso não foi suficiente, um outro sentimento, parecido com orgulho me fez pensar que eu já tinha tentado me aproximar antes e não deu certo. E que ela provavelmente não se importaria com aquilo, e deixei tudo como estava, guardando o cartão numa gaveta...
Seria cômico, se não fosse trágico, saber que abandonamos nossas boas intenções, nossos bons impulsos e nossas gritantes vontades, por medo e orgulho! Medo de tentar e quebrar a cara, perder tempo, se expor à toa... Tantos sentimentos bons, amizades verdadeiras, ligações e mensagens que mostrariam o quanto nos importamos, uma Lembrancinha de uma viagem... Coisas que vão sendo guardadas em gavetas, soterradas pela eminente sensação de "Não vão se importar mesmo... É melhor deixar pra lá, vai ser inútil...". E assim pessoas sensíveis vão ficando frias, sem muita fé nas pessoas e nas coisas boas....
sábado, 16 de fevereiro de 2013
O que eu queria ser quando crescesce...
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Eu fui crescendo sem saber o que queria ser... Adorava desfilar e tirar fotos, inventar que era designer e desenhar modelos de vestidos, entre outras besteiras... Não combinava com a minha realidade, acabei deixando pra lá...
Aos 12 anos Também cheguei a pensar em ser escritora, e até comecei a escrever um livro, mas abandonei essa carreira, por achar q lia muito e não tinha um estilo próprio.
Talvez, a profissão que mais tenha pensado sério em seguir era psicologia... Por alguns anos adorava essa idéia, mas minha paciência foi diminuindo e cheguei à conclusão de que não tinha vocação pra isso.
Então, por falta de vocação para qualquer coisa, e por achar que melhoraria o mundo de alguma forma, decidi fazer medicina.
A minha visão de médico era linda. Eu achava que o médico sabia de tudo um pouco e que sempre era gentil com os pacientes. Que teria um tipo de vínculo com as pessoas que estavam aos seus cuidados. E que ajudaria a resolver qualquer tipo de emergência que acontecesse em sua presença. Partos, infartos, engasgos, enfim, qualquer coisa...
Me inspirei nos médicos sem fronteiras , depois que vi na tv. E achava que ia fazer algo desse tipo algum dia. Enfim, achava que poderia melhorar a vida das pessoas ao redor de alguma maneira..
Não imaginava que existisse esse negocio chamado residência, especialização...Que hoje em dia é uma corrida maluca pra passar em bons lugares e se especializar o máximo possível. Que, veria pacientes esperando procedimentos que talvez só possam ser realizados depois que eles já tiverem partido. E que ficaria arrasada por ver as pessoas sofrendo, as vezes sem nenhum parente, num colchão sem lençol ou nas cadeiras em corredores. E o pior, não tendo o que fazer por todos, tendo que se tornar um pouco mais frio e distante pra não se envolver emocionalmente, com o risco de entrar em depressão...
Não dá pra mudar o mundo. Mas dá pra tentar fazer a minha parte. Ser como os médicos que eu imaginava. Me importar, não pensar só em dinheiro e ter um relógio na parede atrás do paciente pra marcar o tempo que fico com ele. Sorrir,. Ouvir. Cuidar...
sábado, 26 de janeiro de 2013
Assim seria...
Acho uma total perda de tempo ficar imaginando coisas, como relacionamentos platônicos. Platônico pode ser um termo exagerado para o caso, mas sempre sabemos quando algo tem ou não condições de acontecer, pelo menos uma suave noção... Mas enfim, todo mundo tem o direito de desperdiçar seu tempo pensando em como algo poderia acontecer...E eu acho q assim seria:
Com as diferenças nos completaríamos.Eu seria seu sossego e você minha energia
Eu te faria ter um pouco de fé e você me mostraria muito mais da razão.
Você me mostraria que sabe ser doce e eu te daria muito mais razões para isso...
Eu te mostraria o quanto você pode aprender consigo mesmo, e você me mostraria o mundo...
Eu insistiria pra viajarmos para um lugar frio e você votaria em prol da praia, entraríamos num acordo e aproveitaríamos os Dois.
Eu me estressaria quando tivesse que te dar um presente, porque você é chato e exigente, mas acertaria... E você ia aprender a escolher os melhores sapatos e livros para mim.
Ia querer te espancar de vez em quando, e você me mandar pra África nas graves TPMs, Mas nos entenderíamos, porque já sei como te agradar, e você sabe surpreender...
Infelizmente, tudo isso apenas seria...
Eu seria seu bom senso e você minha loucura.
Eu seria sua calma, e você minha revolta.
Me orgulharia das vezes em que te visse agir calmamente sem minhas intervenções, e você iria adorar ver minhas poucas explosões.
Com as diferenças nos completaríamos.Eu seria seu sossego e você minha energia
Eu te faria ter um pouco de fé e você me mostraria muito mais da razão.
Você me mostraria que sabe ser doce e eu te daria muito mais razões para isso...
Eu te mostraria o quanto você pode aprender consigo mesmo, e você me mostraria o mundo...
Eu insistiria pra viajarmos para um lugar frio e você votaria em prol da praia, entraríamos num acordo e aproveitaríamos os Dois.
Eu me estressaria quando tivesse que te dar um presente, porque você é chato e exigente, mas acertaria... E você ia aprender a escolher os melhores sapatos e livros para mim.
Ia querer te espancar de vez em quando, e você me mandar pra África nas graves TPMs, Mas nos entenderíamos, porque já sei como te agradar, e você sabe surpreender...
Infelizmente, tudo isso apenas seria...
Eu seria seu bom senso e você minha loucura.
Eu seria sua calma, e você minha revolta.
Me orgulharia das vezes em que te visse agir calmamente sem minhas intervenções, e você iria adorar ver minhas poucas explosões.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Incoerência
"Quando a gente tem um animalzinho ou uma planta que precisa se desfazer por algum motivo sempre escolhemos alguém responsável, carinhoso e disposto a cuidar bem deles. Quanta incoerência não fazermos isso com nosso coração. "
sábado, 2 de junho de 2012
Sobre elogios e o quanto eles me irritam!!!
Tava pensando aqui, naquelas pessoas que te elogiam, te acham ótimo, bonito, inteligente, com bom senso, caridoso e com um bom futuro. Elas me irritam, na verdade os elogios me irritam, elogios inseguros, incertos, aqueles que só te analisam nos seus melhores momentos! A intenção pode ser a melhor do mundo, mas não é válida.
Sabe o que é válido para mim? As opiniões daquelas pessoas que já me agüentaram de mal humor, de TPM, em crise existencial, despeitada com algo e criticando tudo, de porre após uma decepção e em várias outras situações nas quais eu não era nenhum exemplo a ser seguido! Só para exemplificar, as vezes em que eu mais acreditei na frase Eu te amo, foi justamente nas situações em que eu achava que a pessoa nunca mais olharia na minha cara, ou iria perder o controle e me dar uns tapas.
Hoje em dia não me iludo mais com palavras bonitas e elogios inconsistentes. Na verdade elogios são um peso para mim. O que me encanta e atrai atualmente são aquelas relações em que as pessoas dizem "Você é muito chata, ou ciumenta, ou dramática, ou preguiçosa, ou reclamona...", enfim existem vários adjetivos que podem ser usados, mas o que importa é que mesmo conhecendo os defeitos, as pessoas te queiram por perto, te respeitem e amem apesar dos pesares...
É mais ou menos como aquela frase da Marilyn Monroe, "Quem não agüenta meu pior não merece o meu melhor!"
Sabe o que é válido para mim? As opiniões daquelas pessoas que já me agüentaram de mal humor, de TPM, em crise existencial, despeitada com algo e criticando tudo, de porre após uma decepção e em várias outras situações nas quais eu não era nenhum exemplo a ser seguido! Só para exemplificar, as vezes em que eu mais acreditei na frase Eu te amo, foi justamente nas situações em que eu achava que a pessoa nunca mais olharia na minha cara, ou iria perder o controle e me dar uns tapas.
Hoje em dia não me iludo mais com palavras bonitas e elogios inconsistentes. Na verdade elogios são um peso para mim. O que me encanta e atrai atualmente são aquelas relações em que as pessoas dizem "Você é muito chata, ou ciumenta, ou dramática, ou preguiçosa, ou reclamona...", enfim existem vários adjetivos que podem ser usados, mas o que importa é que mesmo conhecendo os defeitos, as pessoas te queiram por perto, te respeitem e amem apesar dos pesares...
É mais ou menos como aquela frase da Marilyn Monroe, "Quem não agüenta meu pior não merece o meu melhor!"
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Analogias: Relacionamentos e gatos...
Deitada na cama e chega meu gatinho querendo carinho, mordendo, com aquele pelo macio irresistível... Mas eu sempre soube que gatos não são tão leais como os cães. Eles nos procuram quando estão com fome, sede, ou um pouco carentes. Mas passa logo, quando você está carente e os chama eles raramente vão deixar o sono, a bola de lã ou qualquer outra coisa que estejam fazendo para te dar atenção... Diante de tudo isso comecei a associar certos relacionamentos com as atitudes dos gatos... Quando você decide fazer carinho no gato, faz por gostar dele, por querer aquela sensação de pelo fofo na mão, aquelas mordidas que fazem cócegas, mesmo sabendo que não vai ter todo o retorno que gostaria..Você gasta o seu tempo com ele sabendo das consequências, sabendo que não pode cobrar nada. Com os relacionamentos devia ser assim, gastar nosso tempo na companhia de alguém, simplesmente por gostar da pessoa, pelo fato da companhia ser agradável... Não devíamos cobrar que as pessoas sintam o mesmo por nós...Devíamos ter em mente que ninguém é obrigado a suprir nossas carências ou nossas expectativas... É uma pena que isso seja tão difícil de ser feito... Mas não é impossível...E se não conseguirmos, podemos pelo menos tentar perdoar a essas pessoas que nos decepcionam por não saberem o que queremos e terem a obrigação de realizar mesmo assim...
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Analogias: Caminhar e seguir em frente.

Eu ia colocar o título " Caminhar e esquecer", mas não seria muito fiel a verdade. Para esquecermos algo completamente só com uma amnésia. Até porque somos resultado de tudo que vivemos, e independente de boas ou más, são nossas escolhas e experiências que nos trouxeram onde estamos hoje. E como involução é antinatural, com certeza estamos melhores do que o que já fomos.
Na verdade, eu quero falar sobre seguir em frente, sobre continuar a vida e tentar ficar bem quando se imagina ser meio impossível, quando se acredita que nunca vai esquecer algo ou alguém. É uma questão muito pessoal, e cada um supera do jeito que consegue, alguns nem superam e passam a vida sem conseguirem (ou tentarem) se imaginar felizes de novo...Aff, muito dramático esse negócio...Vamos a parte prática...rsrsrs
Minha experiencia tem mostrado o seguinte: Para uma pessoa preguiçosa, sedentária, sem condicionamento físico começar a mudar os hábitos de vida, iniciando atividades físicas é um pouco difícil. Ela vai precisar de força de vontade, orientações, incentivos, e blá blá blá. E mesmo tendo tudo isso, ainda vai depender exclusivamente dela. No primeiro dia ela talvez não aguente muito, pela falta de costume, e precisa começar aos poucos mesmo, definir uma meta, algo que não exija muito, ir voltar, não inventar de correr no primeiro dia, ter se alongado antes e se alongar depois. Chegar em casa e tomar um bom banho.
No dia seguinte, se ela vai de novo, e assim sucessivamente, até se acostumar, e poder ir aumentando a distância, depois a velocidades, com um bom tempo já pode até estar em condições de correr, quem sabe. Mas, se nos primeiros dias, a criatura achou que podia começar logo correndo, andando muito, ou muito rápido, provavelmente o dia seguinte já será cancelado. Os músculos não estavam preparado pra um esforço exagerado, vão estar doloridos, talvez pela semana quase toda.
Também haverão dias em que a preguiça vai bater forte, aquele sofá vai estar tão gostoso que levantar, trocar de roupa e calçar um tênis já será um esforço extremo. Se o céu tá um pouquinho diferente já serve como desculpa, e assim vai. Mas se a pessoa vence tudo isso e sai de casa, já é um passo gingante, e mesmo q o começo da caminhada seja terrível, na volta a gente percebe que o corpo só precisava esquentar um pouco...
E o que isso tem a ver com seguir em frente? Bom, pegando como exemplo, tentar esquecer algum relacionamento e tocar a vida em frente. É o seguinte. Dia após dia, a gente trava uma luta interna, pra não ligar, pra não mandar sms ou email, pra não discutir relacionamentos falidos. E é uma luta que precisamos vencer todo dia. Também é preciso, ter coragem pra sair de casa e conhecer pessoas e situações novas. E se fizermos isso em exagero? Se naquela fase "porra louca" pós fim de namoro saírmos apressados tentando esquecer alguém a força, ficar com outras pessoas só pro ficar, beber, exagerar em tudo, é bem simples, voltaremos pra casa e sentiremos algo como câimbras emocionais, vazio, solidão, arrependimento, e mais saudade do que tínhamos.
E é mais ou menos isso...deu preguiça de tentar explicar melhor meu raciocínio...Talvez tudo se resuma a criara forças todos os dias e ir aos poucos aumentando a distância e a velocidade com que se segue em frente.. =)
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