domingo, 8 de setembro de 2013

20 Pequenas lições que aprendi numa viagem...


1- Leve uma boa mala de rodinhas. Mochila pesa, acaba com sua coluna, e você voltará com ela pesando quase o dobro.
2-Sempre ande com um mapa, uma garrafinha de água, e um chocolate.
3- Dance, mesmo que não saiba, ninguém se importará, e você se divertirá.
4- Se você souber dizer pelo menos Bom dia, por favor e obrigada em francês, e sorrir ao perguntar se a pessoa fala inglês, serão muito educados com você e tudo dará certo.
5-Aproveite a trilha sonora natural do lugar onde está..Na Europa, é simplesmente incrível!
6-Não tente atravessar um rio se não nadar muito bem, nem sempre terá um grande amigo por perto pra te salvar na ida e na volta!
7-Não compre lembrancinhas na primeira loja que vê, você encontrará outras muito mais baratas.
8- Alugue uma bicicleta.
9-Ande a pé, você verá muita coisa que perderia ao andar de metrô ou ônibus, e ainda acabará a viagem com as pernas malhadas.
10- Leve uma câmera razoável, ou passará  muita tristeza.
11- Aproveite os parques para descansar e comer, durma na grama. (evite bancos, você pode cair, kkkkk).
12-Leve seu notebook, se não tiver tablet. Depender só do Iphone é uma droga.
13- Compre uma bateria extra para o cel.
14-Leve um bom livro para as viagens de ônibus, trem e avião.
15-Aprenda receitas dos lugares que visitar.
16-Leve só metade das coisas que pretende levar quando arrumar a mala. Você comprará muita coisa na viagem, e mesmo que não compre, não usará tudo que tá querendo levar. Isso se-rve principalmente para sapatos e roupas muito sociais.
17-Aproveite bem os museus que visitar, se alimente antes, visitar museu com fome é desanimador.
18-Evite se estressar pensando em trazer lembrancinhas para os outros, se estressando ou não as pessoas nem sempre valorizam as coisas, então relaxe.
19-Use protetor solar (Ui, Pedro Bial).
20-Escolha uma companhia que tenha um gosto parecido com o seu e te aguente quando tiver chato.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

segunda-feira, 15 de julho de 2013

As coisas que você não vai gostar de saber...






Nos últimos tempos perdi a fé nos relacionamentos amorosos, mas ainda acreditava muito na amizade, no amor de amigos, e sempre fiz o possível pra ser sincera e me colocar no lugar do outro antes de fazer algo que pudesse afetar diretamente alguém.  Acreditava especialmente em algumas amizades, e imaginava que seria pra vida toda. Que veríamos a evolução uns dos outros,  seria madrinha de casamento ou de algum dos seus filhos. Que na velhice olharíamos pra trás e teríamos muita história pra contar. Que eu continuaria levando lembrancinhas de cada viagem que fizesse, e principalmente, que continuaria tendo alguém que entenderia e respeitaria meus silêncios. Mas, infelizmente, não sou tão desprendida e boa pra continuar relacionamentos que me magoam. Odeio toda a minha incapacidade de esquecer certas coisas e minha necessidade de isolamento em algumas fases da vida.. Odeio mais ainda a minha intolerância com os comportamentos alheios, ou melhor, com a mudança bruscas deles... Tenho uma grande dificuldade de aceitar que as pessoas mudem muito, mesmo quando sei  que é uma necessidade delas. Infelizmente também é uma necessidade minha passar um tempo longe pra tentar lidar com isso.  Quem sabe um dia, quando eu for uma pessoa melhor e me importe menos, as coisas voltem a funcionar.

terça-feira, 9 de julho de 2013

As coisas que você nunca saberá...



Vi alguns lápis de cor e uma caderneta, seria exatamente o que eu compraria para te dar... Também vi inúmeras imagens que com certeza te inspirariam a desenhar, esculpir e escrever... Cada obra de arte me lembrou seu talento e imaginei o quanto você teria aproveitado tudo isso. Andei sozinha por ruas lindas, que se tornaram meio tristes, por não ter alguém tão especial quanto você para compartilhar. Vi cartões postais em cada lugar que visitei, e imaginei o que escreveria neles para te enviar. E o tempo que demoraria para chegar. Procurei por peças de teatro que estivessem em cartaz e tentei imaginar quais você iria querer assistir. Que comidas experimentaria... As bebidas que negaria... E cada carinho alheio que vi me recordou você... Conheci músicas que adoraria te indicar, e lembrei de você cantando, sempre muito bem, andando por aí... 

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Coisas abandonadas nas gavetas!



Comprei um cartão em uma viagem, um desses cartõezinhos com foto e frase bonita sobre amizade, pensei em entregar pra uma amiga com quem não tenho estado bem nos últimos tempos. Tive no mínimo 3 oportunidades para entregar. Queria escrever alguma coisa no verso, pra mostrar pra ela que adoraria que as coisas melhorassem, a inspiração sumiu, só consegui escrever "não estou feliz com a situação.". E comecei a pensar que gostaria muito que voltássemos a ser como antes, mas isso não foi suficiente, um outro sentimento, parecido com orgulho me fez pensar que eu já tinha tentado me aproximar antes e não deu certo. E que ela provavelmente não se importaria com aquilo, e deixei tudo como estava, guardando o cartão numa gaveta...
Seria cômico, se não fosse trágico, saber que abandonamos nossas boas intenções, nossos bons impulsos e nossas gritantes vontades, por medo e orgulho! Medo de tentar e quebrar a cara, perder tempo, se expor à toa... Tantos sentimentos bons, amizades verdadeiras, ligações e mensagens que mostrariam o quanto nos importamos, uma Lembrancinha de uma viagem... Coisas que vão sendo guardadas em gavetas, soterradas pela eminente sensação de "Não vão se importar mesmo... É melhor deixar pra lá, vai ser inútil...". E assim pessoas sensíveis vão ficando frias, sem muita fé nas pessoas e nas coisas boas....

sábado, 16 de fevereiro de 2013

O que eu queria ser quando crescesce...

Adicionar legenda
Eu fui crescendo sem saber o que queria ser... Adorava desfilar e tirar fotos, inventar que era designer e desenhar modelos de vestidos, entre outras besteiras... Não combinava com a minha realidade, acabei deixando pra lá...
Aos 12 anos Também cheguei a pensar em ser escritora, e até comecei a escrever um livro, mas abandonei essa carreira, por achar q lia muito e não tinha um estilo próprio.
Talvez, a profissão que mais tenha pensado sério em seguir era psicologia... Por alguns anos adorava essa idéia, mas minha paciência foi diminuindo e cheguei à conclusão de que não tinha vocação pra isso.
Então, por falta de vocação para qualquer coisa, e por achar que melhoraria o mundo de alguma forma, decidi fazer medicina.
A minha visão de médico era linda. Eu achava que o médico sabia de tudo um pouco e que sempre era gentil com os pacientes. Que teria um tipo de vínculo com as pessoas que estavam aos seus cuidados. E que ajudaria a resolver qualquer tipo de emergência que acontecesse em sua presença. Partos, infartos, engasgos, enfim, qualquer coisa...
Me inspirei nos médicos sem fronteiras , depois que vi na tv. E achava que ia fazer algo desse tipo algum dia. Enfim, achava que poderia melhorar a vida das pessoas ao redor de alguma maneira..
Não imaginava que existisse esse negocio chamado residência, especialização...Que hoje em dia é uma corrida maluca pra passar em bons lugares e se especializar o máximo possível. Que, veria pacientes esperando procedimentos que talvez só possam ser realizados depois que eles já tiverem partido. E que ficaria arrasada por ver as pessoas sofrendo, as vezes sem nenhum parente, num colchão sem lençol ou nas cadeiras em corredores. E o pior, não tendo o que fazer por todos, tendo que se tornar um pouco mais frio e distante pra não se envolver emocionalmente, com o risco de entrar em depressão...
Não dá pra mudar o mundo. Mas dá pra tentar fazer a minha parte. Ser como os médicos que eu imaginava. Me importar, não pensar só em dinheiro e ter um relógio na parede atrás do paciente pra marcar o tempo que fico com ele. Sorrir,. Ouvir. Cuidar...

sábado, 26 de janeiro de 2013

Assim seria...

Acho uma total perda de tempo ficar imaginando coisas, como relacionamentos platônicos. Platônico pode ser um termo exagerado para o caso, mas sempre sabemos quando algo tem ou não condições de acontecer, pelo menos uma suave noção... Mas enfim, todo mundo tem o direito de desperdiçar seu tempo pensando em como algo poderia acontecer...E eu acho q assim seria:
Com as diferenças nos completaríamos.Eu seria seu sossego e você minha energia
Eu te faria ter um pouco de fé e você me mostraria muito mais da razão. 
Você me mostraria que sabe ser doce  e eu te daria muito mais razões para isso...
Eu te mostraria o quanto você pode aprender consigo mesmo, e você me mostraria o mundo...
Eu insistiria pra viajarmos para um lugar frio e você votaria em prol da praia, entraríamos num acordo e aproveitaríamos os Dois.
Eu me estressaria quando tivesse que te dar um presente, porque você é chato e exigente, mas acertaria... E você ia aprender a escolher os melhores sapatos e livros para mim.  
Ia querer te espancar de vez em quando, e você me mandar pra África nas graves TPMs,  Mas nos entenderíamos, porque já sei como te agradar, e você sabe surpreender...
Infelizmente, tudo isso apenas seria...

Eu seria seu bom senso e você minha loucura. 
Eu seria sua calma, e você minha revolta.

Me orgulharia das vezes em que te visse agir calmamente sem minhas intervenções, e você iria adorar ver minhas poucas explosões.


quarta-feira, 18 de julho de 2012

Incoerência

"Quando a gente tem um animalzinho ou uma planta que precisa se desfazer por algum motivo sempre escolhemos alguém responsável, carinhoso e disposto a cuidar bem deles. Quanta incoerência não fazermos isso com nosso coração. "

sábado, 2 de junho de 2012

Sobre elogios e o quanto eles me irritam!!!

Tava pensando aqui, naquelas pessoas que te elogiam, te acham ótimo, bonito, inteligente, com bom senso, caridoso e com um bom futuro. Elas me irritam, na verdade os elogios me irritam, elogios inseguros, incertos, aqueles que só te analisam nos seus melhores momentos! A intenção pode ser a melhor do mundo, mas não é válida.
Sabe o que é válido para mim? As opiniões daquelas pessoas que já me agüentaram de mal humor, de TPM, em crise existencial, despeitada com algo e criticando tudo, de porre após uma decepção e em várias outras situações nas quais eu não era nenhum exemplo a ser seguido! Só para exemplificar, as vezes em que eu mais acreditei na frase Eu te amo, foi justamente nas situações em que eu achava que a pessoa nunca mais olharia na minha cara, ou iria perder o controle e me dar uns tapas.
Hoje em dia não me iludo mais com palavras bonitas e elogios inconsistentes. Na verdade elogios são um peso para mim. O que me encanta e atrai atualmente são aquelas relações em que as pessoas dizem "Você é muito chata, ou ciumenta, ou dramática, ou preguiçosa, ou reclamona...", enfim existem vários adjetivos que podem ser usados, mas o que importa é que mesmo conhecendo os defeitos, as pessoas te queiram por perto, te respeitem e amem apesar dos pesares...
É mais ou menos como aquela frase da Marilyn Monroe, "Quem não agüenta meu pior não merece o meu melhor!"

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Analogias: Relacionamentos e gatos...

Deitada na cama e chega meu gatinho querendo carinho, mordendo, com aquele pelo macio irresistível... Mas eu sempre soube que gatos não são tão leais como os cães. Eles nos procuram quando estão com fome, sede, ou um pouco carentes. Mas passa logo, quando você está carente e os chama eles raramente vão deixar o sono, a bola de lã ou qualquer outra coisa que estejam fazendo  para te dar atenção... Diante de tudo isso comecei a associar certos relacionamentos com as atitudes dos gatos... Quando você decide fazer carinho no gato, faz por gostar dele, por querer aquela sensação de pelo fofo na mão, aquelas mordidas que fazem cócegas, mesmo sabendo que não vai ter todo o retorno que gostaria..Você gasta o seu tempo com ele sabendo das consequências, sabendo que não pode cobrar nada.  Com os relacionamentos devia ser assim, gastar nosso tempo na companhia de alguém, simplesmente por gostar da pessoa, pelo fato da companhia ser agradável... Não devíamos cobrar que as pessoas sintam o mesmo por nós...Devíamos ter em mente que ninguém é obrigado a suprir nossas carências ou nossas expectativas... É uma pena que isso seja tão difícil de ser feito... Mas não é impossível...E se não conseguirmos, podemos pelo menos tentar perdoar a essas pessoas que nos decepcionam por não saberem o que queremos e terem a obrigação de realizar mesmo assim...